
Na madrugada de sábado, 3 de janeiro de 2026, explosões atingiram Caracas e outras regiões da Venezuela. Aeronaves militares norte-americanas foram vistas sobrevoando a capital durante a ofensiva. Segundo Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a operação resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para fora do país.
O ataque incluiu alvos estratégicos como a base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, além de instalações em outros três estados venezuelanos. O governo da Venezuela classificou a ação como uma “invasão brutal” e decretou estado de emergência nacional.
Reações internacionais
A ofensiva gerou forte repercussão global.
- Na América Latina, políticos da esquerda brasileira condenaram o ataque, afirmando que ele viola o direito internacional e representa uma ameaça à soberania da região.
- O governo venezuelano exige provas de vida de Maduro e sua esposa, denunciando a ação como imperialista.
- Organizações internacionais ainda não se pronunciaram oficialmente, mas há expectativa de debates urgentes na ONU e na OEA.
Impactos internos
Caracas amanheceu em clima de tensão, com danos à infraestrutura e incêndios em áreas militares. Apesar da gravidade da ofensiva, até o momento não há relatos confirmados de mortos ou feridos. A população enfrenta incerteza sobre o futuro político do país, já que o governo central foi desarticulado com a captura de Maduro.
Contexto histórico
Este é considerado o movimento de intervenção direta mais agressivo dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989, quando Manuel Noriega foi deposto. A ação marca uma ruptura nas relações diplomáticas e pode redefinir o equilíbrio geopolítico da região.
Próximos passos
Donald Trump anunciou que dará mais detalhes em coletiva de imprensa às 13h (horário de Brasília). Enquanto isso, a Venezuela permanece em estado de alerta, e a comunidade internacional acompanha com preocupação os desdobramentos.
Conclusão: O ataque dos EUA à Venezuela inaugura um novo capítulo de instabilidade na América Latina. A captura de Nicolás Maduro representa uma mudança abrupta no cenário político regional, mas também abre espaço para uma crise diplomática de grandes proporções. O mundo aguarda os próximos anúncios oficiais para entender os rumos dessa intervenção inédita.



